Nos dias 25 a 28 de novembro, 36 pessoas vindas de 16 estados e do Distrito Federal da União (MS, MT, GO, PI, CE, PE, TO, AM, RO, PA, PR, SC, RJ, SP, MG, ES e DF) chegaram em Campinas, no Hotel Dan Inn, às margens da Rodovia Anhanguera, sentido Ribeirão Preto, para o encontro anual dos secretários executivos do Instituto Haggai do Brasil 2010. Mais especificamente, o grupo contava com 8 pessoas da equipe Haggai, 11 secretários executivos e 17 colaboradores nos seus estados.

Primeira reunião com executivos
Com o crescimento do Instituto Haggai no Brasil, o Haggai precisa se organizar ainda mais para cumprir sua missão com excelência. Segundo, como o crescimento é realizado por voluntários, torna-se necessário descobrir maneiras de manter alta a motivação da equipe e de se oferecer ferramentas aos secretários executivos, docentes e membros das Associações de Graduados.
Portanto, os objetivos do evento são específicos: (1) Promover conhecimento e compromisso com a filosofia ministerial do Haggai; (2) Motivar o trabalho voluntário de todos os que estão engajados em nossa missão; (3) Promover uma rede de contatos entre todos os secretários executivos; (4) Definir planos e metas para o futuro à luz do progresso do ministério em cada estado; (5) Oferecer um estudo sobre “Organizações que Aprendem” para ser uma ferramenta útil em suas próprias organizações.

Ebenézer Bittencourt em sua primeira palestra sobre voluntariado
A agenda do primeiro dia foi acomodar os participantes e ter um momento informal de confraternização, almoçar e encontrar o diretor executivo do Haggai, Ebenézer Bittencourt, para uma assessoria individual das equipes estaduais, visando orientar as tarefas de participação no evento. Após o jantar, às 20 horas, todos os participantes se reuniram no auditório do hotel para a primeira reunião oficial, onde houve um momento para algumas apresentações pessoais, para oração e para ouvir uma palavra do diretor sobre voluntariado, aplicando o estudo tanto à igreja local quanto às agências missionárias, como é o caso do Instituto Haggai do Brasil.
