Seu nome é Anderson Ferreira, mineiro. Sob sua coordenação estão aproximadamente 22 cidades. Ele é um dos coordenadores regionais da Companhia Energética de Minas Gerais. Casado há sete anos, aguarda ansiosamente a chegada de sua filhinha para setembro. Pós-graduado pela UFMG em gestão de pessoas, conheceu o Instituto Haggai em maio de 2003, em Belo Horizonte. “As palavras de P.K.D. Lee me impactaram profundamente naquele encontro”.
Neste ano teve a oportunidade de participar do Seminário Internacional do Haggai em Cingapura, onde suas expectativas “mineiras” foram totalmente suplantadas. “A seriedade, a organização, a experiência transcultural com pessoas completamente diferentes em seus relacionamentos com Deus me impressionou demasiadamente”. Foi ali que sentiu o seu divisor de águas: uma vida antes e depois do Haggai. “Percebi que não podia mais viver relaxadamente. Aquilo mexeu comigo de tal forma que não consigo mais viver sem pensar algo grande”. Assim renovou sua postura por uma busca de resultados excelentes não somente para seu ministério, mas também para sua profissão e para sua família. “Quero ousar. Quero planejar aonde chegar e ir além de onde tenho ido”.
Vidas também o impactaram durante neste tempo em Cingapura. Vidas de líderes “anônimos” que, independentemente de recursos, têm feito coisas extraordinárias pelo Mundo. Como um líder em Mianmar, na Ásia Meridional, que caminha mais de 150 km por meio de florestas pregando o evangelho e fundando várias igrejas. “Ali eu pude realmente sentir na pele como Deus pode usar pessoas para realizar algo relevante na História. Quero realizar algo relevante na vida das pessoas também. Quero treinar uns 500 líderes!”. E seu impacto primordial é na sua família. “Hoje coloco minha família como minha prioridade máxima, abaixo tão somente de Deus. É aqui que tenho que começar o meu ministério”.
Para este líder do setor elétrico, estes treinamentos e ferramentas oferecidas pelo Instituto Haggai, “são extremamente úteis e indispensáveis” para a igreja, bem como para a nossa sociedade. E com certeza serão aplicadas para transformação de vidas, como o foi na vida do Anderson, que concluiu esta entrevista de forma desafiadora: “Quero ganhar o Vale do Jequitinhonha para Cristo”.
