Judeu convertido, Paul Robert Phillips (Cingapura, 2009) trabalha na Embaixada Israelense em Brasília, 25 anos de experiência em outras embaixadas e países, pastor da igreja do Nazareno, com cidadania brasileira e britânica. Ele foi a Cingapura em julho de 2009 e voltou encantado e grato pela experiência.

Paul em Cingapura
As palavras não são suficientes para expressar o que senti em Cingapura. A viagem foi muito longa, voando uma hora e meia de Brasília para São Paulo, depois mais de 14 horas para Dubai, no Oriente Médio, e finalmente, sete horas e meia para a Cingapura, na Ásia. Sobrevoei todo o Oceano Atlântico sul até a África (sobrevoando Angola, Quênia, Etiópia), o sul da Índia, e o Oceano Índico, até chegar em Cingapura, um "Tigre Asiático". Aqui, as leis são muito severas. Quem mascar chicletes e joga na rua, dá comida para pombos, urina em locais públicos ou joga papel no chão, pode receber uma multa de uns US$ 400. O tráfico de drogas é punido com a morte.

Paul posando com alguns dos participantes
Nosso treinamento acontece no International Training Center. Aqui também fazemos nossas refeições, com um cardápio variado, original de países do Oriente, como Malásia, China, Tailândia, Vietnã, etc. Aqui também é nosso hotel para pernoite. O novo prédio do Instituto Haggai está sendo construído perto do aeroporto.
Nós todos nos sentimos privilegiados por estar ali. Éramos 29 líderes de 14 países diferentes - Nigéria, Índia, Chade, Ucrânia, Uzbequistão, Filipinas, Peru, México, Equador, El Salvador, Gana, Bangladesh, Emirados Árabes e eu, representando nosso Brasil. As experiências iam se desenrolando de uma maneira ímpar. Os dias eram repletos de atividades, com aulas, estudos, devocionais, períodos de oração em grupo, mas também intervalos para lanches e o almoço. Começávamos antes das 7h00 e íamos até as 19h00, quando jantávamos. O regime espartano nos ensina a ter mais disciplina, importante para qualquer líder. Não é fácil ficar tanto tempo longe de nossas queridas esposas, nossos filhos, nossa amada Igreja e do nosso Brasil, mas o propósito de dar um tempo para Deus e aprender novas ferramentas para o ministério nos motivavam o tempo todo.
Somente o fato de estarmos ali era um privilégio sem par. Certamente, outros líderes de nosso país gostariam de ocupar nosso lugar. Mas Deus nos colocou ali para aprendermos com docentes que fazem inveja a qualquer uma das melhores universidades do mundo. Os alunos também eram líderes preparados, muitos com MBA, mestrado, médicos, empresários, engenheiros, consultores, pastores - todos comprometidos com a pregação do evangelho, preocupados com as almas que estão se perdendo porque não há quem as evangelize. Ao ouvir os docentes e as experiências do participantes, então percebemos por que Deus no colocou ali: Ganhar almas! Evangelizar e treinar outros para fazerem o mesmo. Glória a Deus!
Por estes tantos e outros motivos, quero louvar e agradecer a nosso Deus por tudo o que ele tem feito em minha vida. E quero também aprender mais e ser mais capacitado para servir a Cristo no Brasil. Obrigado Senhor! Obrigado Instituto Haggai por esta oportunidade!
Rev. Paul Robert Phillips
(Pastor da Igreja do Nazareno no DF e Assessor da Embaixada de Israel no Brasil)









