Testemunho de duas brasileiras em Maui

Sábado, 24 Jan 2009 por Roberto Bittencourt Júnior

Estas duas brasileiras começaram seu treinamento no dia 13 de janeiro de 2009 e sairão de lá no início de fevereiro.

Leiam seus depoimentos a seguir.

Participantes Suzana e Sônia
Participantes Suzana e Sônia

Participantes Suzana e Sônia

1) Depoimento de Suzana Ramos de Paula, que é diretora de recursos humanos de uma empresa em Itapecerica da Serra, casada e mãe de dois filhos, reside em São Paulo, membro da Igreja Batista do Morumbi:

Posso dizer que estamos vivendo dias muito especiais aqui em Maui. O intercambio cultural é fabuloso. O amor de Cristo que nos une é visível. Tudo o que temos visto e ouvido tem sido um grande encorajamento para intensificarmos nossos esforços na obra do Senhor. Temos sido desafiadas a ter um maior compromisso com Deus e a uma vida que reflita o nosso Senhor Jesus Cristo.Domingo (janeiro, 18) um grupo de 12 participantes da turma 818, da qual faço parte, foi à igreja New Life Church para o culto matinal. Quando chegamos lá nos deparamos somente com o pastor e sua esposa. A alegria deles em nos ver era tremenda. Depois de nos apresentarmos ele iniciou o culto. Éramos 14 ao todo. Ao término do culto ele nos informou que havíamos participado do culto de abertura daquela igreja. Então entendemos imediatamente que o Senhor havia nos enviado lá não somente para adorá-Lo, mas também para sermos uma fonte de encorajamento e bênção na vida do pastor Steve Schaefer e sua esposa Kahu Mililani Schaefer. A mesma alegria encheu os nossos corações. Deus seja louvado!

Participantes Sônia e Suzana
Participantes Sônia e Suzana

2) Depoimento de Sônia Freire Lula Almeida, que é tradutora da Editora Vida, casada e mãe de três filhos, reside em São Paulo e é membro da Igreja Batista em Brasilândia:

A experiência em Maui é única. Em primeiro lugar, por estarmos neste treinamento em duas turmas de 30 mulheres de aproximadamente 18 países. O contato multicultural é não só curioso e rico, mas sobretudo esclarecedor do ponto de vista espiritual. Em segundo lugar, porque é indescritível ter professoras, ou, como aqui chamamos, facilitadoras de ensino. A mulher precisa ouvir outras mulheres e ter uma identificação que vá além do conteúdo, abrangendo experiência, sentimentos e emoções. Eu precisava disso em meu ministério e em minha vida. O conteúdo é abrangente e voltado para um único objetivo: como podemos ser mais eficazes em cumprir a Grande Comissão e expandir o Reino de Deus. Este tem sido um presente de Deus para mim!