Programa de rádio leva esperança às mulheres

Domingo, 12 Fev 2006 por Pablo Marcelo

O rádio ainda é considerado um dos maiores meios de comunicação do mundo. Seu alcance, muitas vezes, excede nossas expectativas. Há muitos anos nesse meio, a Rádio Trans Mundial tem realizado um trabalho magnífico para o Reino de Deus. Um desses ministérios é o Projeto Ana. Fundado há oito anos - no Brasil, há três, é um projeto internacional de compaixão às mulheres em todo o mundo: de oração, de conscientização e programação de rádio.

Um dos seus programas é o "Mulheres de Esperança", produzido e realizado por Andrea Pavel e Celina Rempel, também coordenadora do Projeto Ana no Brasil. "É um programa semanal, em vários horários, queleva encorajamento à mulher oprimida e sofrida,numa linguagem feminina e com temas variados", diz Celina Rempel.Atualmenteo programaé traduzido e contextualizado em 31 línguas.

O Projeto Ana surgiu no coração de uma brasileira que morava em Cingapura, Marli Spieker. Incomodada com o tratamento indigno recebido pelas mulheres em determinadas culturas do mundo, ela entendeu que poderia usar o rádio para levar a Esperança à elas. Além do "Mulheres de Esperança", seu projeto também oferece o Calendário Mensal de Oração traduzido em 23 línguas, e distribuído em mais de 85 países, contando com mais de 1200 intercessores em todo Brasil.

Grupo de Estudos em Cingapura
Grupo de Estudos em Cingapura

"Respondo cartas de ouvintes", diz Celina "escrevo artigos, e oramos muito. A oração é nossa espinha dorsal. São 30 minutos, no rádio, de esperança, conselhos práticos e ensinamentos espirituais para o cotidiano das mulheres". Tudo movido pela compaixãoà mulher brasileira e suas dificuldades, tanto nas cadeias femininas, como nas tribos indígenas, quanto em sua própria família.

Celina Rempel e Jenny Chi, em Cingapura
Celina Rempel e Jenny Chi, em Cingapura

Por trás destas realizações do Projeto Ana no Brasil há um contínuo desejo de Celina Rempel, graduada internacional do Haggai, em: levantar cada vez mais intercessoras, levar a mensagem de Deus de forma atrativa e inteligente, evangelizar com responsabilidade e adoração e ter, sempre, a consciência do que se faz, porque se faz e para quem se faz. "Quero ver as brasileiras regadas de amor e de oração", diz ela.